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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Mochilando na Europa: temporada de verão 2013!

Já cruzei o Atlântico algumas vezes, mas sempre me dá um friozinho na barriga como se nunca tivesse ido. É uma eterna primeira vez. No entanto, assim que chego no Velho Continente, essa sensação passa e dá lugar à curiosidade, ao novo e ao que está por vir. Delícia total! Também acho que essa vinda tem um quê de especial, pela nostalgia de voltar à uma cidade onde morei por um ano e que foi um grande divisor de águas para mim.


Chegando novamente na Europa depois de quase 2 anos (Espanha, 2013)

Pena que viajar nem sempre é motivo de aventura deliciosa para todo mundo... Com frequência, vejo pessoas aflitas, ansiosas, preocupadas com o desconhecido. E uma das coisas que mais me chama a atenção é me deparar com inúmeros/as “viajantes” que, em terras estranhas, não saem de sua zona de conforto. Mantém os mesmos hábitos e costumes como se estivessem em sua casa. São os indivíduos que não se arriscam, que buscam o familiar que dispensa qualquer tipo de aventura. São as pessoas comem todos os dias em conhecidíssimas redes de fast food, ao invés de se iniciarem na culinária local. Posso afirmar que não se trata de uma questão financeira. Sempre existem opções locais equivalentes do ponto de vista econômico. Só consigo concluir: que desperdício! 

E vi isso assim que cheguei no aeroporto de Lisboa. Decidi chegar na Europa via Portugal para ganhar tempo e infelizmente ñ ficarei aqui dessa vez... Nas poucas horas que fiquei em terras lusitanas, notei que a comida portuguesa nunca será conhecida por muitas pessoas que viajam sem sair do seu próprio mundo. É a manutenção da mesmice: comer o de sempre e se satisfazer com isso!

Enquanto me dava conta do quanto isso é muito mais comum do que pensava, decidi comer o tradicionalíssimo pastel de nata ou de belém. Divino, espetacular e tipicamente português. Quem for para Lisboa, precisa conhecer o original: http://www.pasteisdebelem.pt. É imbatível! Como ñ posso me dar esse luxo dessa vez, me contento tranquilamente com algum "genérico" vendido nas lojinhas portuguesas do aeroporto.

Simplesmente irresistível: o pastel de nata ou de belém português 
(http://candycottonclothing.blogspot.com)

Semana que vem, é a hora de mostrar um pouquinho de Amsterdã! Me encantou quando fui pela primeira vez em 1997 num inverno que congelou todos os canais. Dessa vez, em pleno verão, a história é completamente outra!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Um pouquinho da charmosa Lisboa

A última aventura da mochila foi bem mais modesta, se comparada à Turquia que abalou as estruturas: conhecer nosso colonizador e mais próximo vizinho na península ibérica - os portugas!


Pra desvendar a capital portuguesa, dedici ficar no bairro de Belém, já que muita coisa que eu queria visitar estava por lá. Como também nao tinha pretensão de fazer farra à noite, foi a escolha perfeita! Logo depois do café da manhã, esbarrei com uma feirinha de antiguidades por um acaso que acontece ali no bairro e saí pra conhecer as redondezas. Continuei minha andança e descobri o Museu de Arte Moderna que estava com entrada gratuita: adoroo!


Museu de Arte Moderna (Lisboa, Portugal)

Pra completar, ainda tive o privilégio de ver objetos de um artista que eu amo e que jamais pensei que encontraria em Portugal, assim sem procurar. Dalí: tudo de bom!


Telefone branco afrodisíaco - Salvador Dalí - 1936 (juro que nao inventei esse nome, é do próprio, claro! Lisboa, Portugal)


Pode parecer o óbvio ululante, mas depois de passar pela clássica confeitaria dos pastéis de Belém, entendi que nunca havia comido um verdadeiro pastel de belém! Fiquei viciada: comia pelo menos um todos os dias! Ele é crocante e tem um recheio quente divino, único!


Fachada da confeitaria de 1837 (!) que fica com filas gigantes em algumas horas do dia (Lisboa, Portugal)


Logo abaixo está a Torre de Belém que fica na beira do rio Tejo e é do século XVI. A arquitetura do lugar é bem interessante e vale a pena pagar o ingresso pra conhecer os vários andares da torre. É patrimônio mundial da UNESCO.

Torre de Belém (Lisboa, Portugal)


Na sequência, tem o Mosteiro de São Jerônimo que é enorme e também parada obrigatória no bairro de Belém. O que ninguém conta e você descobre sem querer é que, nos domingos pela manhã até 14h, a entrada é gratuita! E parece que isso é para a maioria das atrações em Lisboa. Acabei economizando 7 euros que me ajudou a pagar o almoço. Que foi adivinha o quê? Isso mesmo: bacalhau, claro! Amo esse dito cujo de qualquer jeito: assado, na brasa, na salada, com grão de bico. Se bem feito, no ponto de sal, vale de qualquer modo!

Fachada do Mosteiro de São Jerônimo (Lisboa, Portugal)


Interior do Mosteiro (Lisboa, Portugal)


Pra resumir: quem for à Lisboa, se puder, fique no bairro de Belém. Tem muita coisa bacana por ali. Agora se quiser balada, não recomendo! Se hospede no centro e passe uns dois dias passeando por Belém. E não esqueça por nada no mundo de comer o pastel de Belém! Inté a próxima!

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Rock in Rio: eu NÃO vou! Mas posso falar do Coldplay!

Até gostaria muito de ir pro Rio, principalmente pra ver o Lenny Kravitz e a Joss Stone. Mas infelizmente não será dessa vez... Outro grupo que com certeza estaria na minha lista seria o Coldplay, mas tive o prazer inenarrável (para quem gosta deles, claro!) de vê-los em Lisboa, numa das minhas últimas aventuras européias! Foi no Festival Optimus Alive que rolou agora em julho na capital portuguesa. Óbvio que o show estava lotadaço e a salvação foi um telão gigante pra acalmar a galera.


O Chris Martin, vocalista, estava um charme e sabe que ele me lembrou muito o House, numa versão jovem?


Aqui ele tá parecendo o Charlie Brown, do Snoopy, no seu pianinho...

Aproveitei pra fazer umas gravações amadoras com a minha máquina fotográfica e registrar um pouco do que foi o show. Mas o upload do arquivo é muito demorado, então quando eu tiver mais tempo posto o vídeo que queria... Enquanto isso vai uma parte da música que eu mais amo deles: The Scientist... Essa é pra você, Xando...

The Scientist - Coldplay


Come up to meet you, tell you I'm sorry
You don't know how lovely you are
I had to find you, tell you I need you
And tell you I set you apart
Tell me your secrets, And ask me your questions
Oh let's go back to the start
Running in circles, Coming in tails
Heads on a science apart
Nobody said it was easy
It's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be this hard
Oh take me back to the start
I was just guessing at numbers and figures
Pulling the puzzles apart
Questions of science, science and progress
Don't speak as loud as my heart
And tell me you love me, Come back and haunt me
Oh when I rush to the start
Running in circles, Chasing tails
Coming back as we are
Nobody said it was easy
Oh it's such a shame for us to part
Nobody said it was easy
No one ever said it would be so hard
I'm going back to the start